sábado, 11 de setembro de 2010

A estratégia de Obama para África

As raízes quenianas de Barack Obama, e parte da sua base de apoio, fizeram acreditar que a política externa americana privilegiaria as relações com África. Nos últimos anos, com a criação do AFRICOM, um dos comandos da estrutura militar do Pentágono, parecia que a maior atenção americana em relação ao continente negro seria na área da defesa, mas que Obama ousaria ir mais além. Um dos pontos sensíveis de qualquer estratégia americana na área é, obviamente, Angola.
Durante muitos anos Luanda afigurou-se como um regime inimigo, controlado por Moscovo. Com a queda do comunismo Angola tornou-se progressivamente num parceiro dos EUA. Numa fase e noutra, nunca as companhias americanas deixaram de explorar o petróleo local.

Depois da Guerra Fria, ser embaixador em Luanda requereu sempre da diplomacia americana um especial cuidado, com a designação de funcionários de carreira em vez de nomeados por decisão política. Esta semana no Sociedade das Nações, Dan Mozena, embaixador americano em Angola, analisa a relação entre os dois países e os objectivos da política externa da Administração Obama em África.


http://sic.sapo.pt

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